Gosto do momento de limpar um peixe...
de esventrá-lo como quando escrevo
e reviro as entranhas do poema
exponho e atiro ao lixo a sangrenta gramática
linguada, converto o peixe em dinâmica
e verto sua carne balsámica
crio o poema-peixe-bólido e deixo que nade
até se fazer nada no rio de frases que transbordam
teus ouvidos de oceanos e abismos,
deixo que nade o peixe, deixo que nade o poema
e permito-me afogar num fonema...
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
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