Tantos Outonos

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Quem Quiser Saber, Há de Perguntar...

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Um Dia Depois do Outro...




Salve Dia Lindo Iluminado

Salve todos os dias

Salve sempre os Dias em que sabemos e lembramos

dos nossos amigos

os que estão vivos aqui

os que continuam vivos em outro lugar qualquer

os que estão logo ali

ao virar da esquina

e os que estão logo ali

do outro lado de um oceano

salve dia lindo

iluminado pela luz do toque das nossas mãos e as mãos

dos nossos amigos...


Beijos


Paulo



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quarta-feira, 23 de julho de 2008

Santa Tecla




30 - 78



Santa Tecla nasceu em Cônia,
na Ásia Menor, e viveu no
século primeiro.
Foi convertida por São Paulo Apóstolo.
Segundo as Atas de Paulo e Tecla,
Santa Tecla foi denunciada
pela própria mãe.
Feita prisioneira, foi condenada à morte.
Primeiramente quiseram atirá-la às chamas,
mas um violento temporal abateu-se
sobre a fogueira ardente, apagando o fogo.
Isto graças ao sinal-da-cruz que a santa fizera,
invocando a proteção de Deus.
Resolveram, então, atirá-la às feras,
mas foi salva miraculosamente.
Colaboradora de São Paulo, Santa Tecla
é tida como uma das mulheres
mais célebres da antiguidade cristã.
Foi venerada tanto pela Igreja grega
como pela Igreja romana.

Foi exaltada por vários santos,
entre eles, Santo Epifânio,
São João Crisóstomo,
São Metódio de Olimpo,
Santo Ambrósio.
É considerada a primeira mártir
do cristianismo.
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Santa Edwiges




1174 - 1243



Nasceu em uma região na Europa Central
chamada Silésia, entre a Alemanha
Oriental e a Polônia, no século XVI, ano de 1174.
Filha de Bertoldo de Andech,
Marquês de Meran e Conde do Tirol e de Inês,
filha do Conde de Rottech, família muito numerosa
e dotada de grandes riquezas e poderes.
Edwiges foi criada com carinho, conforto
e uma boa base religiosa.
Aos seis anos foi internada no Mosteiro de Kicing,
onde recebeu uma rígida educação, aprendeu as
Sagradas Escrituras e foi preparada para vida.
Ao completar doze anos, seu pai arranjou-lhe
um noivo chamado Henrique, Duque da Silésia,
mais tarde Duque da Polônia.

Seu encantamento foi grande ao conhecer
sua Noiva dotada de grande beleza interior.
Seu casamento aconteceu no ano de 1186,
com a presença de nobres famílias,
este acontecimento marcou a época,
com longas comemorações de grande estilo.
No final, Edwiges parte com seu marido,
tornando-se a Duquesa da Silésia e da Polônia.
Em seu novo lar, ela assumiu seu papel
de dona de casa, e em pouco tempo conquistou
todos os que estavam sobre suas ordens
através da forma carinhosa de tratá-los.
Transformou seu lar num
grande templo de Deus, onde
era respeitada e amada por todos.

Aos treze anos foi mãe pela primeira vez,
trazendo felicidade e luz,
com o passar do tempo sua família
cresceu ainda mais, ficando
com o total de seis filhos.
Alguns anos passaram,
e por razões de rivalidades, ocorreram
grandes conflitos no seio de sua família.
Infelizmente por causa destas
contendas a Duquesa Edwiges derramou
muitas lágrimas.

Apesar de todo sofrimento ela encontrou
na sua fé em Deus, forças para consolar
parentes seus mais próximos.
Com o passar do tempo Edwiges
desapegou-se das coisas materiais
e foi morar com seus amigos
nas dependências do Mosteiro.
Seu marido tinha construído
o Mosteiro de Trebnitz e após sua morte,
Edwiges continuou sua obra com dedicação.

Edwiges dedicou inteiramente
sua vida aos pobres, doentes
e aos trabalhos monásticos.
Foi a personificação da humildade, amor,
solidariedade, caridade e fé!
Era fiel a todas as regras monásticas,
mas não fez os votos religiosos!
Pois queria beneficiar, pessoalmente e melhor,
seus irmãos com suas riquezas.
Ela possuía virtudes de grande nobreza celestial!
E as punha em prática sempre
nos momentos conturbados
em que conservava sua serenidade e paciência.
Sua vida foi bastante austera, com penitências e jejuns.

Sua vida era uma grande oração,
pois seguia os exemplos dos Santos
de sua Igreja.
Quando Edwiges se recolhia para orar
entrava num estado de graça
que a fazia levitar,
e certa vez foi flagrada por um Ministro
de nome Boguslau que ficou
deslumbrado com o quadro angelical que vira.
Sua missão na terra, com seus irmãos
carentes de pão material e espiritual,
consumiu inteiramente sua vida;
pois ela renunciou a tudo para seguir
os ensinamentos de Deus!

Certo dia Edwiges recebeu uma nobre visita
de uma senhora chamada Myleísa,
e passaram muito tempo a conversar.
Quando chegou a hora da despedida
Edwiges queria beijá-la pela última vez,
pois já previa sua ida para a eternidade.
Quando se aproximava o momento
de sua enfermidade, ela avisou a todos
do seu convívio, chamou seu confessor
Frei Mateus para ministrar o
Sacramento da Unção dos Enfermos.

Foram dias de preparação
para o dia de sua partida,
com dias de muitas orações.
Edwiges recebeu visitas de muitos Santos,
foram momentos de graça e luz para todos,
e finalmente no dia 15 de Outubro de 1243
ela caminhou rumo ao Pai Celestial.
Após sua morte milhares de pessoas
conseguiram muitas graças por sua intercessão,
e foram feitos longos estudos de sua vida,
e finalmente ela foi canonizada numa Missa solene
no dia 15 de Outubro de 1267.
Podendo ser chamada de
Santa Edwiges “Protetora dos Endividados”.


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Santa Valburga




710 - 779


Valburga nasceu em Devonshire,
na Inglaterra meridional em 710.
Era uma princesa dos Kents, cristãos
que desde o século III se sucediam no trono.
Ela viveu cercada de nobreza e santidade.
Seus parentes eram reverenciados
nos tronos reais, mas muitos preferiram
trilhar o caminho da santidade
e foram elevados ao altar pela Igreja,
como seu pai, São Ricardo e os irmãos
São Vilibaldo e São Vunibaldo.

Valburga tinha completado dez anos quando
seu pai entregou o trono ao sobrinho,
que tinha atingido a maioridade
e levou a família para viver num mosteiro.
Poucos meses depois, o rei e os dois filhos
partiram em peregrinação para Jerusalém,
enquanto ela foi confiada à abadessa
de Wimburn. Dois anos depois seu pai morreu
em Luca, Itália. Assim ela ficou
no mosteiro onde se fez monja e se formou.
Depois escreveu a vida de Vunibaldo
e a narrativa das viagens de Vilibaldo
pela Palestina, pois ambos já eram sacerdotes.

Em 748, foi enviada por sua abadessa
à Alemanha, junto com outras religiosas,
para fundar e implantar mosteiros
e escolas entre populações
recém-convertidas. Na viagem,
uma grande tempestade foi aplacada
pelas preces de Valburga,
por ela Deus já operava milagres.

Naquele país, foi recebida e apoiada
pelo bispo Bonifácio, seu tio, que
consolidava um grande trabalho
de evangelização, auxiliado pelos
sobrinhos missionários.
Designou a sobrinha para a diocese
de Eichestat onde Vunibaldo havia
construído um mosteiro em Heidenheim
e tinha projeto para um feminino
na mesma localidade.
Ambos concluíram o novo mosteiro
e Valburga foi eleita a abadessa.
Após a morte do irmão,
ela passou a dirigir os dois mosteiros,
função que exerceu durante
dezessete anos. Nessa época transpareceu
a sua santidade nos exemplos de
sua mortificação, bem como no seu amor
ao silêncio e na sua devoção ao Senhor.

As obras assistenciais executadas pelos
seus religiosos fizeram destes mosteiros
os mais famosos e procurados de toda
a região. Valburga entregou-se
a Deus de tal forma que os prodígios
aconteciam com freqüência.
Os mais citados são:
o de uma luz sobrenatural que envolveu
sua cela enquanto rezava, presenciada
por todas as outras religiosas
e o da cura da filha de um barão,
depois de uma noite de orações ao seu lado.

Morreu no dia 25 de fevereiro de 779
e seu corpo foi enterrado no mosteiro de
Heidenheim, onde permaneceu por oitenta anos.
Mas, ao ser trasladado para a igreja de Eichestat,
aquando de sua canonização, em 893,
o seu corpo foi encontrado ainda intacto.
Além disso, das pedras do sepulcro brotava
um fluído de aroma suave,
como um óleo fino, fato que se repetiu sob
o altar da igreja onde o corpo foi colocado.
Nesta mesma cerimônia,
algumas relíquias da Santa
foram enviadas para a França do Norte,
onde o rei Carlos III, o Simples,
havia construído no seu palácio de Atinhy,
uma igreja dedicada a Santa Valburga.

O seu culto, em 25 de fevereiro,
se espalhou rápido,
porque o óleo continuou brotando.
Atualmente é recolhido em concha de prata
e guardado em garrafinhas distribuídas
para o mundo inteiro.

Os devotos afirmam que opera milagres.


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Santa Cunegundes




988-1039


Santa Cunegundes viveu na realeza.
Nasceu no ano 988, era filha de Sigfredo,
conde de Luxemurgo e Asdvige, que transmitiu
pessoalmente à ela os profundos ensinamentos cristãos.
Desde pequena a menina desejava se tornar religiosa.
Porém casou-se com Henrique, duque da Baviera,
que era católico e em 1002 se tornou rei da Alemanha.
Em 1014 o casal real recebeu a coroa imperial
das mãos do Papa Bento VIII, em Roma.
Para o povo, foi um tempo de paz e prosperidade.
O casal ficou famoso pela felicidade
que proporcionava aos seus súditos,
o que chamou a atenção dos inimigos
do reino e do imperador.

Mas também porque a população e a corte
diziam que eles haviam feito um
"matrimonio de São José", o que equivale
a viver em união apenas como bons irmãos.
Verdade ou não, o fato é que Henrique percebeu
que a esposa não podia ter filhos
e decidiu ficar com ela, sem usar
o direito do repúdio público para dissolver
o casamento, como era legítimo na Alemanha e
cuja situação era tolerada por Roma.
Mais tarde, os inimigos da corte espalharam
uma forte calúnia contra a imperatriz,
dizendo que ela havia traído seu marido.
A princípio os dois não se importaram,
mas os boatos começaram a rondar
o próprio palácio e Cunegundes resolveu
acabar com a maledicência.

Numa audiência pública, negou a traição
e evocou Deus para comprovar
que dizia a verdade.
Para isso, mandou que colocassem
à sua frente grelhas quentes.
Rezou, fechou os olhos e pisou descalça
sobre elas várias vezes,
sem que seus pés se queimassem.
Isso bastou para o imperador,
a corte e o povo admirarem ainda mais
a santidade da imperatriz,
que vivia trabalhando para atender
os pobres e doentes,
crianças e idosos abandonados,
com suas obras religiosas assistenciais.
Em 1021 o casal imperial fundou
um mosteiro beneditino em Kaufungen,
em agradecimento a Deus
pela cura completa de uma doença grave
que Cunegundes havia contraído.

Quatro anos depois,
quando Henrique faleceu,
ela retirou-se para esse mosteiro,
abdicando do trono e da fortuna,
onde viveu como religiosa por quinze anos.
Até hoje o mosteiro possui
em seu acervo os riquíssimos
e belos paramentos que
Cunegundes costurava.
Contudo, ela própria usava
somente um hábito muito simples,
também feito com as próprias mãos.
Com ele trabalhava diariamente e com ele fez
questão de ser enterrada,
embora suas companheiras
tivessem preparado cobertas
ricamente bordadas e enfeitadas
com jóias preciosas para seu velório.

Antes de morrer,
no dia 03 de março de 1039, pediu
que a enterrassem como uma simples monja
e ao lado da sepultura do esposo,
na Catedral de Bamberg,
que eles também haviam construído.
O local foi palco de numerosos
prodígios e graças, por isso seu culto
correu entre os fiéis
e propagou por toda a Europa.
O Papa Inocêncio III a canonizou em 1200,
autorizando sua festa para o dia de sua morte.
Santa Cunegundes é padroeira de Luxemburgo,
da Lituânia e da Polônia o que faz com que
sua devoção se mantenha ainda muito forte e intensa.


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Santa Brígida da Suécia



1303 - 1373

Nasceu em Finstad, perto de Upsala, na Suécia,
em 1303, e morreu em Roma, em 1373.
É chamada também de Santa Brigite.
Foi contemporânea de Santa Catarina de Sena.
Aos 13 anos, em 1316, casou-se
com o príncipe de Nreícia, Wulfom.
Foram pais de oito filhos, entre eles uma santa: Catarina.
Fundaram um hospital e eles próprios,
(Santa Brígida e seu marido), cuidavam dos doentes.
Em 1344, ficou viúva e recolheu-se num mosteiro.
Em 1346, fundou um mosteiro em Vadstena.
Levava vida austera, chegando a mendigar às portas das igrejas.
Uns dez anos antes de morrer, fundou a
Ordem de São Salvador (brigidinas),
da qual, mais tarde, sua filha,
Santa Catarina da Suécia, viria a ser a prioresa.
Em 1372, partiu em companhia da filha, Catarina,
e de dois filhos, para a Terra Santa.
Foi uma grande mística, cujas experiências de Deus,
suas Revelações, publicadas em livro,
são a maior prova de seu profundo amor a Jesus
e da solidez de sua espiritualidade.
Juntamente com Santa Catarina de Sena,
Brígida é uma das místicas
mais conhecidas nos séculos XIV e XV.
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quinta-feira, 17 de julho de 2008

... 45 anos é uma Carreira ...


Amanhã...



Completarei 45 anos...



Ficarei feliz em Ler as mensagens


daqueles que por aqui passarem


e as quiserem deixar...



Muito Amor, sempre!!!

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