quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Quero que as borboletas sejam livres para ir aonde quiserem.


Amo a tudo, sem distinção momentânea ou diária...
Amo as moscas e a merda em que pousam.
Amo as flores e as abelhas que pousam.
Amo a chuva e as telhas
Amo as coisas brancas e as vermelhas.
Amo os flocos de neve e as centelhas...
Amo e amo e amo outra vez e volto, novamente, a amar.



PAR133920112019PT

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Santa Poesia