quinta-feira, 25 de março de 2010

25.03.2010

perdi a linha de raciocínio
e fiquei, ali, estátua à tua
espera a contar os nós
dos dedos a regurgitar
meus medos desdobrei
meus nervos ateus, nunca
estive tão vazio em tão
estúpida suspensão
nem calor nem frio
cabeça às voltas e um
enjoo, náusea, infernal.

Paulo Ramos - Trofa - Portugal

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