quarta-feira, 23 de julho de 2008

Santa Tecla




30 - 78



Santa Tecla nasceu em Cônia,
na Ásia Menor, e viveu no
século primeiro.
Foi convertida por São Paulo Apóstolo.
Segundo as Atas de Paulo e Tecla,
Santa Tecla foi denunciada
pela própria mãe.
Feita prisioneira, foi condenada à morte.
Primeiramente quiseram atirá-la às chamas,
mas um violento temporal abateu-se
sobre a fogueira ardente, apagando o fogo.
Isto graças ao sinal-da-cruz que a santa fizera,
invocando a proteção de Deus.
Resolveram, então, atirá-la às feras,
mas foi salva miraculosamente.
Colaboradora de São Paulo, Santa Tecla
é tida como uma das mulheres
mais célebres da antiguidade cristã.
Foi venerada tanto pela Igreja grega
como pela Igreja romana.

Foi exaltada por vários santos,
entre eles, Santo Epifânio,
São João Crisóstomo,
São Metódio de Olimpo,
Santo Ambrósio.
É considerada a primeira mártir
do cristianismo.
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Santa Edwiges




1174 - 1243



Nasceu em uma região na Europa Central
chamada Silésia, entre a Alemanha
Oriental e a Polônia, no século XVI, ano de 1174.
Filha de Bertoldo de Andech,
Marquês de Meran e Conde do Tirol e de Inês,
filha do Conde de Rottech, família muito numerosa
e dotada de grandes riquezas e poderes.
Edwiges foi criada com carinho, conforto
e uma boa base religiosa.
Aos seis anos foi internada no Mosteiro de Kicing,
onde recebeu uma rígida educação, aprendeu as
Sagradas Escrituras e foi preparada para vida.
Ao completar doze anos, seu pai arranjou-lhe
um noivo chamado Henrique, Duque da Silésia,
mais tarde Duque da Polônia.

Seu encantamento foi grande ao conhecer
sua Noiva dotada de grande beleza interior.
Seu casamento aconteceu no ano de 1186,
com a presença de nobres famílias,
este acontecimento marcou a época,
com longas comemorações de grande estilo.
No final, Edwiges parte com seu marido,
tornando-se a Duquesa da Silésia e da Polônia.
Em seu novo lar, ela assumiu seu papel
de dona de casa, e em pouco tempo conquistou
todos os que estavam sobre suas ordens
através da forma carinhosa de tratá-los.
Transformou seu lar num
grande templo de Deus, onde
era respeitada e amada por todos.

Aos treze anos foi mãe pela primeira vez,
trazendo felicidade e luz,
com o passar do tempo sua família
cresceu ainda mais, ficando
com o total de seis filhos.
Alguns anos passaram,
e por razões de rivalidades, ocorreram
grandes conflitos no seio de sua família.
Infelizmente por causa destas
contendas a Duquesa Edwiges derramou
muitas lágrimas.

Apesar de todo sofrimento ela encontrou
na sua fé em Deus, forças para consolar
parentes seus mais próximos.
Com o passar do tempo Edwiges
desapegou-se das coisas materiais
e foi morar com seus amigos
nas dependências do Mosteiro.
Seu marido tinha construído
o Mosteiro de Trebnitz e após sua morte,
Edwiges continuou sua obra com dedicação.

Edwiges dedicou inteiramente
sua vida aos pobres, doentes
e aos trabalhos monásticos.
Foi a personificação da humildade, amor,
solidariedade, caridade e fé!
Era fiel a todas as regras monásticas,
mas não fez os votos religiosos!
Pois queria beneficiar, pessoalmente e melhor,
seus irmãos com suas riquezas.
Ela possuía virtudes de grande nobreza celestial!
E as punha em prática sempre
nos momentos conturbados
em que conservava sua serenidade e paciência.
Sua vida foi bastante austera, com penitências e jejuns.

Sua vida era uma grande oração,
pois seguia os exemplos dos Santos
de sua Igreja.
Quando Edwiges se recolhia para orar
entrava num estado de graça
que a fazia levitar,
e certa vez foi flagrada por um Ministro
de nome Boguslau que ficou
deslumbrado com o quadro angelical que vira.
Sua missão na terra, com seus irmãos
carentes de pão material e espiritual,
consumiu inteiramente sua vida;
pois ela renunciou a tudo para seguir
os ensinamentos de Deus!

Certo dia Edwiges recebeu uma nobre visita
de uma senhora chamada Myleísa,
e passaram muito tempo a conversar.
Quando chegou a hora da despedida
Edwiges queria beijá-la pela última vez,
pois já previa sua ida para a eternidade.
Quando se aproximava o momento
de sua enfermidade, ela avisou a todos
do seu convívio, chamou seu confessor
Frei Mateus para ministrar o
Sacramento da Unção dos Enfermos.

Foram dias de preparação
para o dia de sua partida,
com dias de muitas orações.
Edwiges recebeu visitas de muitos Santos,
foram momentos de graça e luz para todos,
e finalmente no dia 15 de Outubro de 1243
ela caminhou rumo ao Pai Celestial.
Após sua morte milhares de pessoas
conseguiram muitas graças por sua intercessão,
e foram feitos longos estudos de sua vida,
e finalmente ela foi canonizada numa Missa solene
no dia 15 de Outubro de 1267.
Podendo ser chamada de
Santa Edwiges “Protetora dos Endividados”.


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Santa Valburga




710 - 779


Valburga nasceu em Devonshire,
na Inglaterra meridional em 710.
Era uma princesa dos Kents, cristãos
que desde o século III se sucediam no trono.
Ela viveu cercada de nobreza e santidade.
Seus parentes eram reverenciados
nos tronos reais, mas muitos preferiram
trilhar o caminho da santidade
e foram elevados ao altar pela Igreja,
como seu pai, São Ricardo e os irmãos
São Vilibaldo e São Vunibaldo.

Valburga tinha completado dez anos quando
seu pai entregou o trono ao sobrinho,
que tinha atingido a maioridade
e levou a família para viver num mosteiro.
Poucos meses depois, o rei e os dois filhos
partiram em peregrinação para Jerusalém,
enquanto ela foi confiada à abadessa
de Wimburn. Dois anos depois seu pai morreu
em Luca, Itália. Assim ela ficou
no mosteiro onde se fez monja e se formou.
Depois escreveu a vida de Vunibaldo
e a narrativa das viagens de Vilibaldo
pela Palestina, pois ambos já eram sacerdotes.

Em 748, foi enviada por sua abadessa
à Alemanha, junto com outras religiosas,
para fundar e implantar mosteiros
e escolas entre populações
recém-convertidas. Na viagem,
uma grande tempestade foi aplacada
pelas preces de Valburga,
por ela Deus já operava milagres.

Naquele país, foi recebida e apoiada
pelo bispo Bonifácio, seu tio, que
consolidava um grande trabalho
de evangelização, auxiliado pelos
sobrinhos missionários.
Designou a sobrinha para a diocese
de Eichestat onde Vunibaldo havia
construído um mosteiro em Heidenheim
e tinha projeto para um feminino
na mesma localidade.
Ambos concluíram o novo mosteiro
e Valburga foi eleita a abadessa.
Após a morte do irmão,
ela passou a dirigir os dois mosteiros,
função que exerceu durante
dezessete anos. Nessa época transpareceu
a sua santidade nos exemplos de
sua mortificação, bem como no seu amor
ao silêncio e na sua devoção ao Senhor.

As obras assistenciais executadas pelos
seus religiosos fizeram destes mosteiros
os mais famosos e procurados de toda
a região. Valburga entregou-se
a Deus de tal forma que os prodígios
aconteciam com freqüência.
Os mais citados são:
o de uma luz sobrenatural que envolveu
sua cela enquanto rezava, presenciada
por todas as outras religiosas
e o da cura da filha de um barão,
depois de uma noite de orações ao seu lado.

Morreu no dia 25 de fevereiro de 779
e seu corpo foi enterrado no mosteiro de
Heidenheim, onde permaneceu por oitenta anos.
Mas, ao ser trasladado para a igreja de Eichestat,
aquando de sua canonização, em 893,
o seu corpo foi encontrado ainda intacto.
Além disso, das pedras do sepulcro brotava
um fluído de aroma suave,
como um óleo fino, fato que se repetiu sob
o altar da igreja onde o corpo foi colocado.
Nesta mesma cerimônia,
algumas relíquias da Santa
foram enviadas para a França do Norte,
onde o rei Carlos III, o Simples,
havia construído no seu palácio de Atinhy,
uma igreja dedicada a Santa Valburga.

O seu culto, em 25 de fevereiro,
se espalhou rápido,
porque o óleo continuou brotando.
Atualmente é recolhido em concha de prata
e guardado em garrafinhas distribuídas
para o mundo inteiro.

Os devotos afirmam que opera milagres.


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Santa Cunegundes




988-1039


Santa Cunegundes viveu na realeza.
Nasceu no ano 988, era filha de Sigfredo,
conde de Luxemurgo e Asdvige, que transmitiu
pessoalmente à ela os profundos ensinamentos cristãos.
Desde pequena a menina desejava se tornar religiosa.
Porém casou-se com Henrique, duque da Baviera,
que era católico e em 1002 se tornou rei da Alemanha.
Em 1014 o casal real recebeu a coroa imperial
das mãos do Papa Bento VIII, em Roma.
Para o povo, foi um tempo de paz e prosperidade.
O casal ficou famoso pela felicidade
que proporcionava aos seus súditos,
o que chamou a atenção dos inimigos
do reino e do imperador.

Mas também porque a população e a corte
diziam que eles haviam feito um
"matrimonio de São José", o que equivale
a viver em união apenas como bons irmãos.
Verdade ou não, o fato é que Henrique percebeu
que a esposa não podia ter filhos
e decidiu ficar com ela, sem usar
o direito do repúdio público para dissolver
o casamento, como era legítimo na Alemanha e
cuja situação era tolerada por Roma.
Mais tarde, os inimigos da corte espalharam
uma forte calúnia contra a imperatriz,
dizendo que ela havia traído seu marido.
A princípio os dois não se importaram,
mas os boatos começaram a rondar
o próprio palácio e Cunegundes resolveu
acabar com a maledicência.

Numa audiência pública, negou a traição
e evocou Deus para comprovar
que dizia a verdade.
Para isso, mandou que colocassem
à sua frente grelhas quentes.
Rezou, fechou os olhos e pisou descalça
sobre elas várias vezes,
sem que seus pés se queimassem.
Isso bastou para o imperador,
a corte e o povo admirarem ainda mais
a santidade da imperatriz,
que vivia trabalhando para atender
os pobres e doentes,
crianças e idosos abandonados,
com suas obras religiosas assistenciais.
Em 1021 o casal imperial fundou
um mosteiro beneditino em Kaufungen,
em agradecimento a Deus
pela cura completa de uma doença grave
que Cunegundes havia contraído.

Quatro anos depois,
quando Henrique faleceu,
ela retirou-se para esse mosteiro,
abdicando do trono e da fortuna,
onde viveu como religiosa por quinze anos.
Até hoje o mosteiro possui
em seu acervo os riquíssimos
e belos paramentos que
Cunegundes costurava.
Contudo, ela própria usava
somente um hábito muito simples,
também feito com as próprias mãos.
Com ele trabalhava diariamente e com ele fez
questão de ser enterrada,
embora suas companheiras
tivessem preparado cobertas
ricamente bordadas e enfeitadas
com jóias preciosas para seu velório.

Antes de morrer,
no dia 03 de março de 1039, pediu
que a enterrassem como uma simples monja
e ao lado da sepultura do esposo,
na Catedral de Bamberg,
que eles também haviam construído.
O local foi palco de numerosos
prodígios e graças, por isso seu culto
correu entre os fiéis
e propagou por toda a Europa.
O Papa Inocêncio III a canonizou em 1200,
autorizando sua festa para o dia de sua morte.
Santa Cunegundes é padroeira de Luxemburgo,
da Lituânia e da Polônia o que faz com que
sua devoção se mantenha ainda muito forte e intensa.


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Santa Brígida da Suécia



1303 - 1373

Nasceu em Finstad, perto de Upsala, na Suécia,
em 1303, e morreu em Roma, em 1373.
É chamada também de Santa Brigite.
Foi contemporânea de Santa Catarina de Sena.
Aos 13 anos, em 1316, casou-se
com o príncipe de Nreícia, Wulfom.
Foram pais de oito filhos, entre eles uma santa: Catarina.
Fundaram um hospital e eles próprios,
(Santa Brígida e seu marido), cuidavam dos doentes.
Em 1344, ficou viúva e recolheu-se num mosteiro.
Em 1346, fundou um mosteiro em Vadstena.
Levava vida austera, chegando a mendigar às portas das igrejas.
Uns dez anos antes de morrer, fundou a
Ordem de São Salvador (brigidinas),
da qual, mais tarde, sua filha,
Santa Catarina da Suécia, viria a ser a prioresa.
Em 1372, partiu em companhia da filha, Catarina,
e de dois filhos, para a Terra Santa.
Foi uma grande mística, cujas experiências de Deus,
suas Revelações, publicadas em livro,
são a maior prova de seu profundo amor a Jesus
e da solidez de sua espiritualidade.
Juntamente com Santa Catarina de Sena,
Brígida é uma das místicas
mais conhecidas nos séculos XIV e XV.
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quinta-feira, 17 de julho de 2008

... 45 anos é uma Carreira ...


Amanhã...



Completarei 45 anos...



Ficarei feliz em Ler as mensagens


daqueles que por aqui passarem


e as quiserem deixar...



Muito Amor, sempre!!!

quinta-feira, 20 de março de 2008

SEMPRE

É preciso
ter sempre
pronto um
sorriso largo
para receber
a Primavera...

Brevíssima


Brevíssima, originally uploaded by PauloAcacio.

Shortest

Look!
I Don't Know
Where
I am...

But, I Don't
Believe
I Have
Gone too Far!

Paulo Acacio Ramos

Saudades


Saudades, originally uploaded by PauloAcacio.

I don't Even Know

I've been missing you
I just cannot
Take my eyes out of you
You're there in my day
there in my night
there in my life
there in my heart
there in my crazyness
there in my love for you.

Paulo Acacio Ramos

Ascenção


Ascenção, originally uploaded by PauloAcacio.

Ascenção
Sleeps
in my hand
a non-important
poem
not like a bird
in the autumn sky
but just like
the fear
that pulses
in my spine

Paulo Acacio Ramos

Antiguidades


Antiguidades, originally uploaded by PauloAcacio.

Antiguidades
The love
Broken Toy.
Headless Doll…

This warm,
This marble,
This porch.

The love,
This body which descends
To the land.
Which returns to dust…

excerpt from a poem by Paulo Acacio Ramos

POPMEUPMEPOP


POPMEUPMEPOP, originally uploaded by PauloAcacio.

POPMEUPMEPOP
Dawns the Autumn.
A Poem opens itself.
Some wings spread.
Little beaks open.
Flowers blooming
everywhere.
Eyes wide close.
Ears wide open.

Open, doors, letters.
Secret Diaries revealed.
Scars still beating.

Above the waters
arrises the mist.
Days and waves
keep building
its Cathedrals.

Paulo Acacio Ramos

Crepúsculo


Crepúsculo, originally uploaded by PauloAcacio.

Crepúsculo
In the dusk
of all gods...
The asymmetries
of the human spirits,
cry in the drumming silence
Of the great ideals
That the time let not resist.

Paulo Acacio Ramos

Nocturno


Nocturno, originally uploaded by PauloAcacio.

Nocturno
What if I scream what if I say that I want just
To Scream what if I ask you to let me only scream
What If I shout to ask you to let me just
Scream and ask to take what I want that is
Only the right to scream, just that, well
Loudly and clearly, a scream taken by the Solar
Wind captured by some special sonar
That was recieved unadvised
By my cry and only my scream
that would be allowed by you
my scream that went to fly by
the Outer space only
scream only sound
Me just within
A scream of mine
Only the sream of
Me to me Only
in face of the
Harsh penalties ...
Just scream and
Only me that
Shout my self...
Lost inside of me and
always me, crying ...

paulo acacio ramos

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Claro que NÃO!!!


Nosso Governo,

NÃO vai deixar-nos votar,

para aprovar o Tratado de Lisboa...



Por que tem MEDO...

de que votemos NÃO.



Sugiro, então que votemos

NÃO!!!

nas próximas oportunidades

que Tivermos para VOTAR.



NÃO!!!








terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Boneca Vodu com Bigodes




Eis que após árdua pesquisa na Enciclopédia Médica

eu acho isso: Buço é um aumento do volume dos

pelos do beiço por doença cabróide. Este aumento

pode ser depilatório nas mulheres ou autoafirmativo

nos adolescentes. O Buço pode ser ameaçador ou

desprezível, conforme o portador. Conforme a

presença ou ausência de excesso de liberação, de um

jorro de palavras de ordem, e hormônio da mulher,

o buço pode ser tóxico ou atóxico.

O Buço é popularmente é conhecido como bigodinho.

Tendências autorreferentes, Falta de Peso, Astrólogas

e Tarólogas malignas (Câncer ou um qualquer outro

signo) no caso da Mulher Adulta Média Portuguesa e

deficiência de porrada no Iombo nos adolescentes são

causas possíveis de Buço.

Os sintomas e os tratamentos são muito variáveis,

dependendo das cores dos pelos de base. A Tiroxina

ou Tiro no Focinho já é muito utilizada no tratamento.

Atualmente utiliza-se Nicotina sintética para distrair

os adolescentes e para tratar males, principalmente o

CRETINISMO e o BUÇO ENDÊMICO.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

domingo, 28 de outubro de 2007

F O D A - S E




Conclusão Possível e Deplorável...


A única conclusão possível, depois da visualização acurada do telejornal de hoje, é de que Portugal é um país de Idiotas, governado por um número privilegiado de Imbecis...

E salve a Ministra da Educação e os Caçadores de Animais Selvagens e o 1º Ministro e a Cimeira Europeia e os outros Governantes Europeus e os Hotéis de Charme e os Miseráveis Realojados e a Violência nas Escolas e a Incapacidade Geral que enfrentamos todos os dias...

Para Baixo é que se Anda.

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Com Uma Amiga Que Diz Que Eu Estou Muito Estranho, Eu...




Início da Sessão: segunda-feira, 10 de Setembro de 2007

(15:01) Paulo Ramos: ai, caramba!
(15:02) Paulo Ramos: arriba arriba arriba andole!
(15:02) Uma Amiga: ah ah
arriba, arriba?
(15:03) Paulo Ramos: Ligeirinho entra e sai
(15:03) Paulo Ramos: Speedy Gonzalez
(15:04) Uma Amiga: Tive que reiniciar o PC
(15:05) Uma Amiga: mudança de impressoras
(15:05) Paulo Ramos: ah, foram morar para onde?
(15:05) Uma Amiga: continuamos no mesmo lugar
(15:06) Uma Amiga: eu estou no escritório
(15:06) Paulo Ramos: as impressoras, que mudaram-se...
(15:06) Uma Amiga: estamos a substituir uma impressora
estás em casa?
(15:07) Paulo Ramos: não percebeste a piada.
sigamos, então, para Bingo.
sim, estou em casa.
(15:07) Uma Amiga: pois não percebi
estou com a cabeça muito cheia
de merda
(15:08) Paulo Ramos: merda?
daquelas castanhas com morcões inseridos?
(15:08) Uma Amiga: isso
dessas
(15:08) Paulo Ramos: oh
(15:08) Uma Amiga: quando vais trabalhar?
(15:09) Paulo Ramos: nas duas últimas semanas do mês
(15:10) Uma Amiga: ah sortudo
(15:10) Paulo Ramos: Normal
(15:13) Uma Amiga: http://www.novis.pt/
Consegues encontrar, nesse site, o local onde falam de domínios?
(15:14) Paulo Ramos: que tem a Novis?
(15:14) Uma Amiga: é um dos endereços que o
Designer me deu para consultarmos, aqui no escritório, empresas
que fornecem domínios
(15:15) Paulo Ramos: em Internet
(15:15) Paulo Ramos: abre várias opções à direita
uma delas é o hosting
onde está a questão dos domínios
(15:16) Uma Amiga: opções à direita?
não vejo nada disso...
(15:16) Paulo Ramos: compra uns óculos melhores...
(15:17) Paulo Ramos: voz + Internet
e-services
Internet
dados
são as 4 opções à esquerda
(15:17) Uma Amiga: já vi
(15:17) Paulo Ramos: se clicas sobre Internet
(15:17) Uma Amiga: primeiro tenho que clicar em Internet
(à esquerda)...
(15:17) Paulo Ramos: foi o que eu disse
(15:18) Uma Amiga: já vi
obrigada
(15:18) Uma Amiga: precisava tanto de estar contigo,
um destes dias, para te falar sobre o Rapaz...
Não tenho ninguém com quem falar sobre isso...
(15:19) Paulo Ramos: sobre o Rapaz?
não me apetece nada falar sobre o Rapaz
(15:19) Paulo Ramos: nem ouvir falar sobre o Rapaz
(15:19) Uma Amiga: a que se deve tanta relutância
quanto à pessoa do Rapaz?
(15:21) Paulo Ramos: Não estou interessado em falar
nem em ouvir falar sobre os companheiros de ninguém.
(15:21) Paulo Ramos: e não sou nada bom a fingir que
estou interessado.
por isso digo logo que não me interessa.
(15:22) Uma Amiga: que coisa
que mal é que ele te fez?
(15:22) Paulo Ramos: a mim, nenhum.
(15:22) Paulo Ramos: e não é o Rapaz, é toda e qualquer
pessoa que possa estar envolvida emocionalmente com outra
(15:23) Paulo Ramos: não faço juízos das relações de ninguém.
(15:23) Uma Amiga: não era para fazeres juízos da relação
(15:24) Paulo Ramos: cada um deve seguir com suas relações
conforme lhe apeteça, a minha opinião é inútil e desnecessária.
(15:24) Uma Amiga: era para me ajudares a perceber os
comportamentos dele... e até os meus
(15:24) Paulo Ramos: mas faria de qualquer maneira, assim,
para evitá-lo, não falo nem ouço falar.
(15:25) Uma Amiga: andas mesmo estranho, tu
(15:25) Paulo Ramos: e tu, mulher adulta e inteligente, devias,
supostamente, entender a minha posição.
(15:27) Uma Amiga alterou o estado para Inactivo
(15:32) Uma Amiga: não entendo
até porque nunca te puseste nessa posição
(15:34) Uma Amiga: por isso... explica-me, pelo menos, porque
motivo estás agora a adoptar essa postura
(15:36) Paulo Ramos: por que não quero falar contigo sobre o
Rapaz, nem com o Rapaz sobre ti, nem com o Príncipe Carlos
sobre a Camila, nem com ninguém sobre outro alguém com
quem tenha uma relação emocional.
(15:38) Paulo Ramos: as relações e os comportamentos
pertencem a cada um, e ninguém nunca os será capaz de
decifrar...assim sendo, não vale a pena o tempo dispensado
a ouvir nem a falar.
(15:39) Paulo Ramos: a cada dia que passa torno-me niilista
no que tange ás emoções de terceiros...
sei das minhas e muito pouco.
(15:39) Paulo Ramos: não posso ajudar a compreender aquilo
que nem eu compreendo.
(15:41) Paulo Ramos: as emoções são como a manteiga,
a maioria passa-as em grossas camadas no pão ao
pequeno-almoço, engolindo-as a seguir, para passar o
resto do dia afrontado.
não estou para aí virado.
(15:42) Paulo Ramos: creio que me expliquei,
até mais que me era requisitado...
(15:42) Uma Amiga: pk
pk
ok
(15:46) Uma Amiga: e que mais te tem acontecido
(para além de ficares niilista no que toca às emoções
e relacionamentos das pessoas)?
(15:47) Paulo Ramos: deixei-me de lamúrias com relação
ao que quer que seja
(15:47) Uma Amiga: tu nunca foste de lamúrias...
(15:47) Paulo Ramos: tornei-me ainda frio com relação aos
dramas da plebe rude.
(15:47) Uma Amiga: lol
essa da plebe rude...
(15:48) Uma Amiga: tipicamente “Pauliana”...
já tinha saudades
(15:48) Paulo Ramos: estou-me a cagar para a Maddie
e as crianças desaparecidas em combate
(15:48) Uma Amiga: welcome to the club
(15:48) Paulo Ramos: estou a cagar para as mães, boas ou más.
(15:48) Uma Amiga: inclusive para a tua?
(15:48) Paulo Ramos: e as tias que tentam ser mães que as próprias
(15:48) Uma Amiga: ou essa mantém um estatuto especial?
(15:49) Paulo Ramos: e as mulheres que acham que a
maternidade é divina
(15:49) Paulo Ramos: e as divindades que acham que
o feminino é imaculado etc.
(15:50) Paulo Ramos: estou a deixar-me cada vez de
conices e paneleirices.
(15:50) Uma Amiga: o feminino é tão imaculado
quanto o masculino...
paneleirices?
(15:51) Paulo Ramos: sim, coisinhas
detalhes
sub-intenções
sub-textos
(15:51) Paulo Ramos: Adeus Shakespeare
e suas Metafóricas Pirocas do Poder
(15:52) Uma Amiga: tinha percebido
só estranhei usares a palavra “paneleirices”
(15:52) Paulo Ramos: Bem-vindo Genet
e suas Objectivas Pirocas Desterradas.
(15:53) Paulo Ramos: Morte à Ciência
e à sua falta de Objectividade
(15:53) Paulo Ramos: Morte à Política
e sua inexistente eficácia legalista.
(15:53) Uma Amiga: falta de objectividade da ciência?
(15:54) Paulo Ramos: sim
(15:54) Uma Amiga: se a ciência não tem objectividade...
que dizer de todos os outros ramos do conhecimento...?
(15:54) Paulo Ramos: não há mais conhecimento
do que havia há 100 anos atrás
(15:54) Paulo Ramos: foi apenas manipulado para parecer novo
(15:55) Paulo Ramos: máscaras sociais de um saber
em vias de apodrecimento.
(15:57) Paulo Ramos: tenho também escrito o meu
Diário de Bordo, que pretendo publicar aos 45 anos de idade.
(15:57) Paulo Ramos: e que se vai chamar “Cais do Parto”
(16:00) Paulo Ramos: ou “A Importância da Virgindade de
Maria Santíssima para a Manutenção dos
Lavores Arcaicos dos Países Subdesenvolvidos”
(16:00) Paulo Ramos: já desmaiaste ou ainda estás aí?
(16:00) Uma Amiga: ainda estou aqui
(16:01) Uma Amiga: a tentar descortinar os títulos...
(16:03) Paulo Ramos: Nietzsche em Pastilhas
e Kierkegaard na Veia...
Panaceias Universais
(16:04) Paulo Ramos: como o Alho, o Vinagre e o Limão.
(16:05) Paulo Ramos: Busco Liquefazer o Papa
e beber o Sumo Pontífice.
(16:06) Uma Amiga alterou o estado para Inactivo
(16:07) Paulo Ramos: Quero roubar todas as flores
que são deixadas diariamente no túmulo de Lady Di
e depositá-las, descaradamente, no da Madre Teresa de Calcutá.
Já que Puta por Puta, prefiro a Santa.
(16:08) Uma Amiga alterou o estado para On-line
(16:08) Paulo Ramos: E deixar os Urros Ensandecidos da
Urbe Asquerosa Morrer nos Ouvidos Como Ecos de
Todas as Inúteis Revoluções Humanas.
percebes?
(16:11) Paulo Ramos: C’est comme ça, meine liebe freunde.

quinta-feira, 12 de julho de 2007

HAJACHAT com BOLACHAS...

Quinta-feira - 12 de Julho de 2007 - Windows Live Messenger


Interlocutor diz (11:02):

Sempre na puta da encona
E depois a armarem-se em bonitinhos
ah... ide-vos foder

Paulo Ramos diz (11:02):

l'enconage du travail

Interlocutor diz (11:04):

Depois eu falo

Paulo Ramos diz (11:05):

L'enconage au travail est-ce qu'il se donne.

Paulo Ramos diz (13:38):

63% dos alunos chumbou a matemática nas nacionais de 2006
assim, o governo criou planos de acção através do
Ministério da Educação para eliminar esses números estrondosos...

Paulo Ramos diz (13:39):

resultado: este ano 72,8% chumbou a matemática.

Paulo Ramos diz (13:40):

o ministério disse que vai manter estes planos
estratégicos tão bem sucedidos...

Interlocutor diz (13:42):

LOL
Eles são malucos!

Paulo Ramos diz (13:42):

não! são ministros…
malucos, somos nós que os deixamos estar lá...

Interlocutor diz (13:50):

Pergunta no ambiente:
O grão-de-bico é muito calórico?
LOL
Ao que respondo:
Se sentiste muito calor, depois da ingestão, sim.

Paulo Ramos diz (13:51):

se tiver sido aquecido deve ficar calórico...

Interlocutor diz (13:51):

Ao que a AINT responde:

É como o feijão...

Interlocutor diz (13:52):
(só que fiquei sem saber se o feijão é, mesmo calórico
ou não, como o grão-de-bico)

Paulo Ramos diz (13:52):

sim, são todos legumes, e daí?

Paulo Ramos diz (13:53):

se o feijão é calórico o grão também é,
se não é calórico o grão também não é...
óbvio!
tudo muito claro e perceptível.

Interlocutor diz (13:54):

Exacto!
O que eu não aprendo por aqui!
Ahn? ;)

Paulo Ramos diz (13:54):

mas sempre se pode pedir a uns políticos
portugueses "quaisqueres" que o expliquem...

Paulo Ramos diz (13:56):

se não funcionar, como o primeiro-ministro "há-des"
fazer uma auditoria ao "sequéstro" das informações
e calorias de um grão-de-bico que com certeza está
a dever impostos às finanças e sofrerá retaliações
severas ao seu acto impensado de tentar parecer-se
com o feijão...

Interlocutor diz (13:57):

Claro, e depois "será-vos" entregue um
relatório do resumo alargado

Paulo Ramos diz (13:57):

oh oh, espêro ansiôsameunte.

Paulo Ramos diz (13:58):

enquanto espero, conjugo:

será-me
será-te
será-lhe
será-nos
será-vos
será-lhes

fica mesmo lindo assim arrumadinho...

Paulo Ramos diz (14:00):

a cada veis aixo a nossa lingua inda mais bunita.

Interlocutor diz (14:06):
i eh
muinto bunita

Paulo Ramos diz (14:06):

i a iscola insina muinta benhe, assim cumu a matimática.

Depois de assistir ao Telejornal...


Penso que se devia promover uma Auditoria,
aos Esfíncteres Anais, de cada um dos Ministros
do Governo, envolvidos no Assunto em Questão...

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Assim Sendo e Para Resumir...

Os Candidatos e suas Frases Lapidares Associadas São:
  1. Zé Povinho - "Arreda que vai tudo em frente!"
  2. Maria da Fonte - "Não Valeis um Fio do meu Bigode!"
  3. D. Sebastião - "Ai, Fico Perdida com Tanto Fumo!"
  4. Dna Carlota Joaquina - "Desta Terra nem Pó, nem LSD!"
  5. Zé Cabra - "Deixai-me Cantar e Ides Ver!"
  6. Padeira de Aljubarrota - "Eh, Pah! Tantos no meu Forno?!"
  7. Velho do Restêlo - "Oh, Glória! Oh, Põe-te na Bicha!"
  8. Pastorinha Lúcia - "Eu Vi, Eu Juro Que Vi!"
  9. Amália Rodrigues - "Que Estranha Wodka de Vida!"
  10. Caralho aos 44 - "Sou BOM Cum'ó Caralho!!!"

Votem - Voltem - Votem

O Mais Maior de Grande Número 10


O Caralho aos 44...
Segundo uma lenda urbana bastante difundida na internet,
seria na verdade o nome que se dava, nas antigas embarcações,
como as caravelas usadas nos Descobrimentos Portugueses
e Espanhóis, à cesta onde ficavam observadores
a mirar o horizonte em busca de sinais
de terra ou de outras embarcações.
O cesto da gávea, por exemplo, seria o caralho
que ficava neste mastro, que, nas embarcações que a possuíam,
era a mais alta e, portanto, o ponto de melhor observação.
assim: - "Vai para o caralho!!!"
A expressão, ofensiva, seria, segundo a lenda,
originária do castigo de se remeter o marinheiro
ao incômodo posto de observação, no mastro principal
e maior, onde estaria sujeito às intempéries
e ao balançar excessivo.
...
O Bom e Velho Caralho Português, que já foi Grande
e Correu Mundo a espalhar nossa "Cultura"...
Nos dias de hoje pode até ser Grande
mas já não é Grande coisa...

O Mais Maior de Grande Número 9

A Amália Rodrigues...
Amália da Piedade Rodrigues nasce numa família
pobre e numerosa, que, vinda da Beira Baixa,
tentava a sorte na capital. Passado pouco tempo,
os pais voltam para a província, e deixam Amália
com quatorze meses a viver com os avós maternos.
"Dizia-me a minha família que aos 4 anos
já ganhava a vida a cantar, pelas vizinhas que diziam,
<ó Amália anda cá, canta lá esta>. E eu cantava.
E depois lá pelos 7, 8 anos comecei a ouvir
as vizinhas lavar a roupa na selha
e cantar o fado, que eu não sabia o que era fado.
Depois, aos meus 12 anos comecei, já internacional,
a cantar os tangos do Gardel, que ouvia nas fitas,
e vinha para casa sem saber o que dizia,
mas ouvia o som, o som das palavras
soava-me como parecia que era,
e quase que era, porque no fundo como sabe
a língua espanhola é muito parecida com a nossa,
e para quem tem um ouvido
e um poder dedutivo entende mais depressa
do que uma pessoa que não tem ouvido, nem esse poder.
Então, eu quase que imediatamente
aprendia as coisas. E então cantava o Carlos Gardel todo."
...
Amália Rodrigues

O Mais Maior de Grande Número 8

A Pastorinha Lúcia...
Lúcia de Jesus dos Santos reverenciada pelos católicos
portugueses simplesmente como a Irmã Lúcia, foi,
juntamente com Jacinta e Francisco Marto
(os chamados «três pastorinhos»),
uma das três crianças que afirmaram
ter visto Nossa Senhora na Cova da Iria (Fátima),
durante o ano de 1917, quando tinha dez anos.
Lúcia foi a única dos três primos
que alegava ter ouvido as palavras da Virgem,
e como tal era a portadora dos Segredos de Fátima.
Nos primeiros tempos, a hierarquia católica
revelou-se céptica sobre as afirmações
dos Três Pastorinhos e foi só a 13 de Outubro de 1930
que o bispo de Leiria tornou público, oficialmente,
que as aparições eram dignas
de crédito segundo a Igreja Católica.
A partir daí, o Santuário de Fátima
ganhou expressão internacional,
enquanto a irmã Lúcia viveu cada vez mais isolada.

O Mais Maior de Grande Número 7

O Velho do Restêlo...
É uma personagem criada por Luís de Camões
no canto IV da sua obra Os Lusíadas.
O Velho do Restelo simboliza os pessimistas,
os conservadores e os reacionários que não acreditavam
no sucesso da epopeia dos descobrimentos portugueses,
e surge na largada da primeira expedição para a Índia
com avisos sobre a odisseia que estaria prestes a acontecer:
...
94
"Mas um velho d'aspeito venerando,
Que ficava nas praias, entre a gente,
Postos em nós os olhos, meneando
Três vezes a cabeça, descontente,
A voz pesada um pouco alevantando,
Que nós no mar ouvimos claramente,
C'um saber só de experiências feito,
Tais palavras tirou do experto peito:


95
- "Ó glória de mandar! Ó vã cobiça
Desta vaidade, a quem chamamos Fama!
Ó fraudulento gosto, que se atiça
C'uma aura popular, que honra se chama!
Que castigo tamanho e que justiça
Fazes no peito vão que muito te ama!
Que mortes, que perigos, que tormentas,
Que crueldades neles experimentas!

...


O Mais Maior de Grande Número 6

A Padeira de Aljubarrota...
Brites de Almeida, a Padeira de Aljubarrota,
foi uma figura lendária de heroína portuguesa,
cujo nome anda associado à vitória dos portugueses,
contra as forças castelhanas, na batalha de Aljubarrota (1385).
Com a sua pá de padeira, teria morto sete castelhanos
que encontrara escondidos num forno.
Diz-se também que, depois do sucedido,
Brites teria reunido um grupo de mulheres
e constituido uma espécie de milícia que
perseguia os inimigos, matando-os sem dó nem piedade.
Os historiadores possuem em linha de conta que
Brites de Almeida se trata de uma lenda mas,
assim mesmo, é inegável que a história
desta padeira se tornou célebre e Brites foi transformada
numa personagem lendária portuguesa,
uma heroína celebrada pelo povo
nas suas canções e histórias tradicionais.

O Mais Maior de Grande Número 5

O Zé Cabra...
A voz que se celebrizou a desafinar sucessos musicais
tão retumbantes como “são lágrimas” ou
“deixei tudo por ela”, viu a sua inscrição
surpreendentemente recusada por uma
escola de música de Viana do Castelo,
diz o “24 horas”, sem explicar porquê.
A gente até pode compreender, mas está mal feito…
logo agora que, finalmente, o Cabra se decidira a aprender a cantar.
...

Deshei tude porela, deshei, deshei
Deshei tude porela, eu xei,eu xei
Deshei a minha bida, tã bonita e chingela
Deshei tude o catinha, Deshei tude poreeeelaaaaaa.

Deshei de ir ao cinema, deshei de irao futebol,
deshei dir apraia, deshei deber o xol,
deshei de ir... [grunhos imperceptíveis]... tabém
deshei... [grunhos imperceptíveis]... poque ela axava beiimmmmmm.

O Mais Maior de Grande Número 4


Dna Carlota Joaquina...
Princesa espanhola e rainha de Portugal.
N. em Aranjuez a 25 de Abril de 1775;
fal. em Queluz a 7 de Janeiro de 1830.
Era filha primogénita do rei Carlos IV
de Espanha e da rainha sua mulher;
D. Maria Luísa Teresa de Bourbon.
Tendo apenas 10 anos de idade, casou em 8 de Maio
de 1785 com o príncipe D. João, filho de D. Maria I,
o qual, em 1788, por morte de seu irmão
primogénito D. José, foi declarado príncipe herdeiro,
sendo mais tarde regente do reino,
pela interdição de sua mãe, e finalmente rei de Portugal,
com o nome de D. João VI.
D. Carlota Joaquina passava geralmente por ser
de ânimo perspicaz e de dotes elevados de espírito,
porém, as suas qualidades morais não mereceram igual apreço.
Ambiciosa, violenta, pretendeu logo
dominar a vontade de seu marido,
e dirigi-lo nos negócios internos e nos do Estado.
Não se submetendo o regente, começou D. Carlota a olhá-lo
com desprezo e desdém, convertendo o lar doméstico
em continua luta, cujos menores incidentes
eram discutidos e comentados nas praças públicas.

O Mais Maior de Grande Número 3


D. Sebastião...
Rei de Portugal de 1568 a 1578, foi o penúltimo rei
antes do domínio espanhol (1580-1640).
O seu prematuro desaparecimento numa manhã
de nevoeiro na batalha de Alcácer Quibir deu origem
ao mito sebastianista, um sentimento muito português,
que nasceu de uma lenda e que tem povoado
o imaginário colectivo do nosso povo, ao longo dos séculos.
Três dos maiores escritores da história da Literatura Portuguesa,
Luís de Camões, Almeida Garrett e Fernando Pessoa,
interpretaram e deram corpo ao Sebastianismo.

O Mais Maior de Grande Número 2


A Maria da Fonte...
Assim se chamou a revolução que rebentou no Minho
em Maio de 1846 contra o governo de Costa Cabral,
mais tarde conde e marquês de Tomar.
A causa imediata da revolta foram umas questões de recrutamento,
e a proibição dos enterramentos feitos dentro das igrejas,
em que desempenhou um papel irrequieto e activo
uma desembaraçada mulher das bandas da Póvoa de Lanhoso,
conhecida pelo nome de Maria da Fonte.
Os tumultos multiplicaram-se, tomando afinal as proporções
sérias duma insurreição, que lavrou em grande parte do reino.

O Mais Maior de Grande Número 1

O Zé Povinho...

POIS BONS-DIAS MEUS SENHORES...

Ainda não se deram bem conta da minha existência.
E sou personagem importante, o meu nome é Zé Povinho.
Lá mais para o fim do século hei-de ser bem representado
mas quem me vai dar vida ainda não nasceu.
O país anda às voltas. Parece que não se entendem.
Isto do Rei ter fugido para o Brasil veio trazer grandes complicações.
Ora uns, ora outros, todos querem o poder.
Como se não bastasse a política,
juntou-se-lhe uma guerra de irmãos - D. Pedro (o Liberal) ,
D. Miguel (o Absolutista). E o poder vai saltando de mãos
durante algum tempo até que as coisas se estabilizem.
No meio cá ando eu. Lá vou observando o que se passa.
Não sou político, mas vou tirando as minhas conclusões.
Não é que elas valham muito agora, mas há-de chegar
um dia que todos encherão a boca com o meu nome.
Aguento como posso, e quando as coisas me irritam,
encho-me de força. Arreda que vai tudo em frente.
Não acreditam? Pois bem, eu vos conto.
...
Rafael Bordalo Pinheiro

terça-feira, 26 de junho de 2007

Para Breve...

A eleição de

O Mais Maior de Grande
Português de Todos os Tempos...

10 candidatos e 1 Vitorioso...

Não Perca

Já Estão Publicados

os 30 Candidatos a serem as

"7 Maravilhas
aos Pedaços
de Portugal"

agora só falta que todos votem...

Nosso Concurso

As 7 Maravilhas Portuguesas aos Pedaços
Apresentamos o
Candidato Nº 01

Moínho de Vento - Penacova

Os moinhos em pleno funcionamento

estão lá para ser visitados,

e um deles até foi transformado em museu,

baptizado com o nome de um homem forte

das Letras em Portugal: Vitorino Nemésio.

Adiantará de alguma coisa o esforço???



Nosso Concurso

As 7 Maravilhas Portuguesas aos Pedaços
Apresentamos o
Candidato Nº 02





Portada de Salir - São Martinho do Porto

Abandonada e Fora das vistas,

numa área balneária e turística...

É do que há de Pior em Portugal no seu Pior.


Nosso Concurso


As 7 Maravilhas Portuguesas aos Pedaços
Apresentamos o
Candidato Nº 03


Castelo do Alegrete

Desde que o Concelho e Julgado de Alegrete

foram suprimidos, em 1855, o castelo mergulhou

no abandono e no esquecimento.

No Século XX, foi classificado como Monumento Nacional.

Mais tarde, foram promovidas obras de consolidação das

muralhas e isolamento da entrada do castelo.

Em que pese a importância das intervenções procedidas,

o monumento aguarda por um programa mais amplo

de valorização, uma vez que ainda se encontra

em precário estado de conservação.

Nosso Concurso

As 7 Maravilhas Portuguesas aos Pedaços
Apresentamos o
Candidato Nº 04



Ruínas Romanas de Cucufate

Aquelas que todo o País Europeu que se Preze

deve ter e cuidar e preservar e preferencialmente

por à disposição da visitação pública

para angariar fundos que permitam

continuar a preservar e manter esta

e outras diversas Maravilhas da Cultura Humana...

Nosso Concurso

As 7 Maravilhas Portuguesas aos Pedaços
Apresentamos o
Candidato Nº 05


Ponte Medieval de Ponte do Lima

Uma Vila que não quer ser,

por TEIMOSIA ou quem sabe SABEDORIA,

elevada à condição de Cidade,

ou será melhor dizer,

Rebaixada à condição de Cidade,

levando em consideração as que temos...???

Nosso Concurso


As 7 Maravilhas Portuguesas aos Pedaços
Apresentamos o
Candidato Nº 06


Ponte Romana de Vinhas

Mais uma Jóia na Coroa deste país que tem

muitas Pontes Romanas, Muitas Capelas Românicas

e muitos Edifícios Românticos, embora a maioria

continue a não fazer ideia que as três palavras NÃO

querem dizer as mesmas coisas...

Linguística e Historicamente.

Nosso Concurso

As 7 Maravilhas Portuguesas aos Pedaços
Apresentamos o
Candidato Nº 07



Capela Românica de São Pedro de Varais

Uma Jóia na Coroa de um país que tem

muitas Pontes Romanas, Muitas Capelas Românicas

e muitos Edifícios Românticos, embora a maioria

não faça ideia que as três palavras não querem

dizer as mesmas coisas... Linguística e Historicamente.

Nosso Concurso

As 7 Maravilhas Portuguesas aos Pedaços
Apresentamos o
Candidato Nº 08



Painel de São Vicente de Nuno Gonçalves

Os Painéis de S. Vicente, conjunto emblemático

da pintura portuguesa do século XV, e foram reinstalados

com maior destaque no espaço expositivo do Museu

Nacional de Arte Antiga (MNAA) dedicado às obras deste período.

Nosso Concurso

As 7 Maravilhas Portuguesas aos Pedaços
Apresentamos o
Candidato Nº 09
As Casas que já foram de Habitar
e são agora de Lamentar, por que fadadas ao abandono,
por que igualadas a um cão sem dono...
por que quem viveu nelas não as amou e quem as herdou
não as tinha no peito nem na memória...
por que não têm valor pecuniário e já não são casas...
passaram a ser coisas.




Nosso Concurso

As 7 Maravilhas Portuguesas aos Pedaços
Apresentamos o
Candidato Nº 10

Os Paços da Fé do Povo (este na Trofa)
Pinturas Ingénuas de Artistas Populares
que marcam os lugares de passagem das
Procissões Seculares e dão aos olhos
a Fé em Formas e Cores que se desfazem
em pó no esquecimento e na perda do interesse,
que se desfazem em mudanças
de comportamentos e perdas de Cultura.


Nosso Concurso

As 7 Maravilhas Portuguesas aos Pedaços
Apresentamos o
Candidato Nº 11

A Estação de Comboios

Todas as estações de comboios de Portugal que vão ao chão,

ou vão ao ar, ou vão a lugar nenhum,

postas de lado pelo momento desenvolvimentista

e árido de governos fracos e pouco interessados,

a lindíssima Estação do Rossio em Lisboa

fica aqui como representante Maior de todas as outras

passadas e futuras que serão sobrepostas

por interesses outros e OTAS e TAIS...



Nosso Concurso

As 7 Maravilhas Portuguesas aos Pedaços
Apresentamos o
Candidato Nº 12

Escultura Sacra Portuguesa
Roubada nas Capelas, Igrejas, Catedrais etc...
Guardada em Colecções Europeias Particulares,
longe dos nossos olhos e da nossa apreciação...
levâmo-la para longe há Séculos
e parece que gostou de estar por lá.


Nosso Concurso

As 7 Maravilhas Portuguesas aos Pedaços
Apresentamos o
Candidato Nº 13
O Desenho de Almada Negreiros...
a representar um dos rostos de Fernando Pessoa...
Multifacetadas Artes de Multitalentosos Artistas
que os Portugueses só passam a conhecer e, às vezes, respeitar
depois de estarem já mortos, há muito tempo...
Só não aconteceu àquela Novela que passou naquele Canal...


Nosso Concurso

As 7 Maravilhas Portuguesas aos Pedaços
Apresentamos o
Candidato Nº 14

A Poesia de Florbela Espanca

A Lírica Poética de uma Mulher Portuguesa

que sabe dizê-lo como poucas o souberam

a poesia de Florbela Espanca é uma Lavagem com Sabão Patty

à Alma Portuguesa, tão suja e desprezada nestes tempos que não correm...


Nosso Concurso


As 7 Maravilhas Portuguesas aos Pedaços
Apresentamos o
Candidato Nº 15



Louça das Caldas

A representação artística e folclórica daquilo

que todos os portugueses têm sempre na boca

e no pensamento, o bom e velho amigo caralho,

grande ou pequeno, com ou sem recheio...

nada é mais importante para nós do que o bom e velho CARALHO!!!



Nosso Concurso

As 7 Maravilhas Portuguesas aos Pedaços
Apresentamos o
Candidato Nº 16

Faiança Portuguesa

que pode ou não ter pertencido a uma família real

ou tradicional ou normal...

que pode ou não ter pertencido a seja lá quem for,

mas que pertence certamente à nossa herança cultural.



quarta-feira, 13 de junho de 2007

As Bolhas Assassinas são os Bichinhos de Estimação dos Invasores de Corpos


Abro a Janela... e vacas!
Nasce o Sol... e vacas!
Acaba-se a Festa... e vacas!
Telenovelas... e vacas!

Breve, muito breve...
Vou ter de providenciar
Um frigorífico maior.
...



FRAGMENTO: “O QUE NOS FAZEM AS DORES”

FRAGMENTO: “O QUE NOS FAZEM AS DORES” As dores, essas que não passam, essas que se instalam como raízes de ferro, fazem-nos mais do que so...