sexta-feira, 11 de março de 2011

11.03.11



antúrios noturnos
que choram
diademas na
noite proscrita
confundem as asas
dos quirópteros
com carinhos
de olvido
no vapor dos
vidros
das janelas
rodar moínho
nas águas
perplexas
e o gelo recobre
a derme encolhe
recolhe partículas
do pó dos olhos
dos escaravelhos
adormecidos
nas lápides
dos cemitérios
silêncios agudos
a rasgar o cerne
das relíquias!


PAR - PT

2 comentários:

Marcos Burian (Buriol) disse...

É bom estar de volta meu caro. Igualmente "bão" é novamente reler vossos escritos.

Abração!

Jack vestida de loba e uivando...ou balindo? disse...

http://adoravelpsicose.blogspot.com/

bj!

Santa Poesia